Blog de crítica e opiniões sobre as políticas que afetam negativamente a humanidade. O Homem na atualidade necessita urgentemente de arrepiar caminho, em busca de um novo Mundo!

16
Mai 12

As duas primeiras revoluções melhoraram o nível de vida geral das pessoas e tornaram-nas mais urbanas. A terceira revolução já está em marcha. A produção está tornar-se digital, e isso vai mudar drasticamente a forma de fazer negócios. Agora, um produto pode ser desenhado num computador e, pouco depois, ser impresso numa impressora 3D, tornando-se num objeto real.

Estes tipos de máquinas são muito versáteis e capazes de executar tarefas complexas, coisas com que a fábrica tradicional é incapaz, ou tem muita dificuldade, em lidar. E com o tempo, estas espantosas máquinas poderão ser capazes de fazer quase tudo, e em qualquer lugar, mesmo que seja na parte mais recôndita do mundo.

Mas também estamos a assistir à criação de novos materiais, mais leves, mais resistentes, e com maior durabilidade do que os do passado. A fibra de carbono, por exemplo, está a ganhar terreno ao aço e ao alumínio em vários tipos de produtos, quer se destinem a aeronaves, quer a bicicletas de montanha. A nanotecnologia permite a criação de objetos e máquinas numa escala diminuta. A engenharia genética está, por exemplo, a alterar geneticamente vírus para que possam ser utilizados num novo tipo de bateria.

Como em todas as outras revoluções, esta também será disruptiva. Os consumidores não vão ter dificuldades para se adaptarem à nova era de melhores produtos, entregues sem demora. Os governos, contudo, talvez tenham maior dificuldade em adaptar-se à lógica de troca de ideias online entre legiões de empreendedores e criadores, capazes de criar produtos e vendê-los no mercado global a partir de uma garagem.

O seu primeiro instinto tem sido sempre o de tentar proteger as indústrias e empresas que já existem, não as que estão a iniciar a sua atividade. A maioria dos governantes não só gasta milhões a apoiar aqueles que eles entendem que são os que vão prevalecer, como comungam ainda da crença romântica de que a indústria é superior aos serviços.

Nada disso faz qualquer sentido. As diferenças entre a produção e os serviços estão a esbater-se. Os governos sempre foram lentos a reconhecer o valor de projetos vencedores e revolucionários. Por isso, era bom que se concentrassem naquilo que é verdadeiramente essencial: apoiar a melhoria da qualificação da força de trabalho através de melhores escolas e estabelecer regras claras para o funcionamento de empresas de todo o tipo. Quanto ao resto, deixem isso ao critério dos revolucionários.

publicado por franciscofonseca às 22:03
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14
Mai 12

São poucas as empresas que, no ambiente atual, são capazes de atingir um crescimento lucrativo e sustentável. E, nos grandes negócios, o crescimento e a sobrevivência são sinónimos. Incapazes de capitalizar as suas perspetivas de crescimento, os outrora gigantes estão a definhar na teia da complexidade.

O obstáculo que as impede de atingir o seu crescimento não está relacionado com a escassez de oportunidades. O problema reside na complexidade interna, a qual é denominada como o assassino silencioso das organizações. E a estratégia reduz a complexidade. Fornece uma lente com a qual é possível estabelecer prioridades, no que respeita às oportunidades de crescimento e alinha os empregados e os recursos em torno de um objetivo comum.

A gestão estratégica é uma disciplina jovem e muito situacional. E é, pelo menos, tanto arte como ciência. Os líderes percecionam a estratégia de forma diferente. Na maioria das vezes, esta é o resultado de um processo deliberado. Contudo, o ritmo acelerado da inovação, o elevado grau de incerteza e a barreira de ameaças no mercado da atualidade exige uma abordagem mais emergente.

A estratégia não é gestão de crise. É a sua antítese. A gestão de crise ocorre quando não existe estratégia alguma ou quando esta fracassa. Assim, a primeira premissa de uma teoria da estratégia é que a estratégia tem de ser proactiva e antecipatória. A marca distintiva de uma estratégia é fazer uma escolha. Mas isso não significa que não existam ajustamentos. Uma estratégia coesa é flexível o suficiente para responder a condições que se alteram.

É comummente afirmado que a execução é mais importante do que a estratégia. Mas a verdade é que ambas são interdependentes. A estratégia sem execução é inútil e a execução sem estratégia, irresponsável. Os líderes capazes toleram a ambiguidade. Percebem o que é preciso preservar para manter a estabilidade e o que é necessário ser substituído para garantir o progresso. E, por essa razão, os melhores líderes são aqueles que são simultaneamente liberais e conservadores.

Não coloco a minha esperança nos governantes, mas nas empresas. São estas que criam emprego, devolvem a confiança aos trabalhadores, abrem novos mercados, inovam e criam oportunidades. Aos governantes devemos pedir que sejam sensíveis às necessidades dos cidadãos e facilitem as mudanças necessárias nas instituições, nas regulações e nas leis.

publicado por franciscofonseca às 20:17
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07
Mai 12

Os fundadores do euro pensaram que estavam a criar uma moeda capaz de rivalizar com o dólar americano, mas fizeram-no numa configuração, que os ingleses e americanos já tinham abandonado há muito. Assim, incapazes de desvalorizar as suas moedas, os países do euro em dificuldades tentam recuperar competitividade através de uma penosa desvalorização interna, isto é, pressionando a descida de salários e preços. A receita da austeridade está a conduzir ao aumento do desemprego e ao aumento da desconfiança entre os credores.

Estou certo, que a união monetária se mantem, devido ao receio de a situação se tornar caótica a nível económico e financeiro, e a uma escala sem precedentes. Mas até a data, ainda não foram tomadas medidas que estabilizem a moeda única de uma vez por todas. Isto quer dizer que a zona euro continua vulnerável a novas ondas de choque. Os mercados continuam inseguros quanto ao risco que representam, quer as dívidas soberanas de alguns países, quer o colapso total ou parcial da zona euro.

Definitivamente, o eixo franco-alemão rompeu-se. Hollande poderá trazer um novo equilíbrio para a Europa, ou seja, um equilíbrio entre as medidas cegas de austeridade de Angela Merkel e medidas de crescimento económico, que defende. Penso que pretenderá uma maior integração europeia, através de um conjunto de regras fiscais comuns, racionais, aceites e cumpridas por todos, e uma regulação comum a todos os países. Os mercados financeiros efetuam operações de alto risco diariamente, e a ausência de regras comuns é um obstáculo para a eficiência da moeda única.

Mas, o pior poderá mesmo acontecer, o desmembramento. Deverá ser pensado atempadamente, pois aumenta as hipóteses de se poder salvar das ruínas, aquele que foi o grande avanço na integração europeia, o mercado comum. Assim sendo, os governos da zona euro precisam de estar preparados para o inimaginável. Nenhum general que se preze abdica de preparar um plano para uma guerra previsível, por muito que lhe desagrade a ideia de a levar a cabo.

publicado por franciscofonseca às 21:12
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06
Mai 12

Uma turista britânica, durante uma sessão fotográfica com dois leopardos aparentemente dóceis, numa reserva na Africa do Sul, foi atacada por um deles, sem que nada o fizesse prever, quando pousava para tirar uma fotografia. Tudo aconteceu no dia do seu 60.º aniversário, que se transformou num pesadelo.

A turista foi socorrida pelo guia e pelo marido, sendo transportada ao hospital, com ferimentos na cabeça, estomago e pernas. Centenas de pessoas são mortas todos os anos por aninais selvagens. O homem cada vez mais ocupa e destrói os seus habitats naturais.

Ao longo da sua história, o ser humano tem-se utilizado dos animais de diferentes formas, evidenciando a sua importância e refletindo-se em atitudes de respeito, admiração e afeto. Contudo, algumas atitudes ligadas ao domínio, à exploração, ao medo e à aversão para com os animais selvagens têm gerado conflitos entre as populações humanas e a vida selvagem.

Esse conflito ocorre quando as necessidades e o comportamento da vida selvagem geram impactos negativos para os objetivos dos seres humanos ou quando os objetivos humanos geram impactos negativos para as necessidades da vida selvagem.

Normalmente, neste conflito a vida selvagem fica sempre em desvantagem. Centenas de espécies selvagens extinguem-se, todos os anos, devido à intervenção do homem na natureza. Depois, em compensação o homem cria estas reservas naturais, que são autênticos presídios da vida selvagem, que podem visitar em segurança, contemplar toda a beleza e expressar os seus sentimentos de admiração e afeto. Por vezes, as pessoas desafiam o instinto animal e as tragédias acontecem.

publicado por franciscofonseca às 14:11
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03
Mai 12

Portugal vive a mais de 150 anos em austeridade e tem tido vários programas de ajuda financeira exterior. Hoje, somos um protetorado, em que as políticas são ditadas pelo exterior, por gente desconhecida e de duvidosa qualidade técnica e científica. A fiscalização dessas mesmas políticas é feita também pelo exterior. Nunca houve um programa de austeridade bem-sucedido num país com uma história grande.

Os países ricos da europa exportam dinheiro e os países pobres exportam pessoas, está é a realidade da união europeia em que vivemos. Mas, devemos olhar para a história e tirar algumas ilações, como por exemplo, a união dos fracos, normalmente acaba por vencer os fortes.

A relação de confiança dos governos tem caído drasticamente e a maioria das lideranças europeias são pobres. A grande maioria dos políticos, na europa não estão preparados para lidar com a incerteza e a ultra complexidade dos tempos em que vivemos. A abordagem europeia é, sem dúvida, a menos assertiva. Penso que a Europa caminha para o abismo que culminará em suicídio.

Os governos dos 27 estados-membros da União Europeia estão a aplicar medidas de austeridade cegamente, sem qualquer medida dedicada ao crescimento económico. Mas, não é só na Grécia, Portugal, também no Reino Unido, na França e muitos outros países estão a sofrer com a austeridade, é como se fosse uma austeridade conjunta e as consequências económicas vão ser devastadoras. A austeridade combinada como os constrangimentos do euro é uma combinação que se vai revelar fatal.

Os altos níveis de desemprego, como o de Espanha que atinge 50 por cento nos jovens desde a crise de 2008, sem esperança de melhorias nos próximos tempos, acaba por destruir o capital humano. As lideranças europeias estão a criar jovens alienados. Os sinais vão-se multiplicando pela Europa, em que o ressurgimento de partidos extremistas e com grande expressividade eleitoral deveriam fazer refletir os principais líderes, caso contrário a história pode repetir-se.

publicado por franciscofonseca às 22:26
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01
Mai 12

Neste dia, de luta, quero prestar a minha homenagem a todos os trabalhadores do mundo inteiro. Mas quero, acima de tudo, solidarizar-me com os 200 milhões de desempregados, por esse mundo fora, que sofrem angustiados, que são desrespeitados, humilhados na sua condição humana, sendo a incerteza a única garantia de futuro. As notícias não são animadoras, manifestações acontecem por toda a parte. Estamos numa era de grande convulsão social, em que é necessário rasgar horizontes, na busca de novos paradigmas de vivência em sociedade.

Mas a ganância dos predadores, contínua e com a feroz competitividade económica, os produtos finais têm de chegar aos consumidores aos melhores preços, com os mais baixos custos de produção. Em plano século XXI, neste mundo chamado de desenvolvido, continuam a existir milhões de seres humanos, que são escravizados pelas grandes multinacionais, pois só dessa forma se consegue uma produção a baixo custo e produtos a preços competitivos de mercado.

A teia geoestratégica de interesses económicos das grandes potências está fortemente implementada e estruturada, e não permite qualquer reajustamento dos mercados financeiros. A regra de ouro passa pela maximização dos lucros, custe a quem custar e seja a custa de quem for, não existem complacências. Hoje o poder destes abutres corrói e silencia tudo e todos.

O momento particularmente difícil, em que a crueza da situação em que vivemos na sociedade de mercado e a perspetiva de uma mais que certa deterioração da situação suscitam sentimentos de pessimismo, desânimo e desesperança. É chegado o tempo de fazer das fraquezas forças e das dificuldades oportunidades, no sentido de construirmos uma sociedade mais equilibrada e com novos valores morais e éticos, custe o que custar e a quem custar.

publicado por franciscofonseca às 14:44
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30
Abr 12

Os mercados cada vez mais se entranham na vida pública e pessoal. O preço que estamos a pagar atualmente deriva de vivermos numa sociedade em que tudo se pode comprar e vender. Os mercados criaram a ideia consumista da liberdade, ou seja, a nossa maior liberdade reside naquilo que consumimos. Entramos num caminho em que o mundo, a vida social e as relações pessoais, são dominados por formas de pensamento económico.

A ganância e a ambição desmedida tiveram uma enorme influência na crise financeira, mas pior que isso foi a mudança que teve lugar ao longo das últimas três décadas, que passou pela impregnação dos mercados e dos seus valores, nas esferas da vida tradicionalmente governadas por normas não mercantilistas.

Muitas têm sido as utilizações do mercado, que passam por alocar a saúde, a educação, a segurança pública, a segurança nacional, a justiça criminal, a proteção ambiental, a recriação, a procriação, e outros bens sociais que eram, para a esmagadora maioria e nos últimos 30 anos, completamente desconhecidas. Hoje, a nossa sociedade dá isto como algo absolutamente garantido.

O triunfalismo do mercado fez com que uma economia de mercado desse lugar a uma sociedade de mercado. A economia de mercado é uma ferramenta muito valiosa e eficaz, para a organização da atividade produtiva de qualquer sociedade. Mas, uma sociedade de mercado é uma forma de vida na qual os valores de mercado se infiltram em todas as esferas do ambiente humano, isto é, é um mercado no qual as relações sociais são feitas à imagem desse mesmo mercado. O problema é que a grande esmagadora maioria das pessoas, não estão conscientes do preço que estamos a pagar, para viver numa sociedade em que tudo está à venda.

publicado por franciscofonseca às 18:32
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29
Abr 12

O 26.º título de campeão nacional do Futebol Clube do Porto. Uma vitória suada mas merecida. O hábito das vitórias é impressionante nestes 30 anos de presidência de Pinto da Costa. O FCP já é o clube com mais títulos em Portugal. Este clube tem cada vez mais força aglutinadora de adeptos e essa força sente-se cada vez mais em todo o Portugal. Parabéns ao F. C. do Porto.

publicado por franciscofonseca às 22:23
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27
Abr 12

Muitas são as pessoas que associam o sucesso e a felicidade, mas estudos recentes comprovam que nem sempre estes dois objetivos andam lado a lado. A ambição tem, no máximo, apenas um efeito ligeiramente mais positivo na satisfação pessoal e um impacto negativo, igualmente ligeiro, no que respeita à longevidade.

Asssim, é possível afirmar que as pessoas ambiciosas realmente alcançam carreiras de sucesso, mas tal não se traduz em vidas mais felizes ou saudáveis. Normalmente, vivem vidas mais curtas, já os mais perguiçosos vivem durante mais tempo.

Não são conhecidas as razões para as taxas de mortalidade mais elevadas entre as pessoas ambiciosas, mas especula-se que tal se possa dever ao facto de os investimentos que estas pessoas fazem nas suas carreiras poderão ter custos em variáveis conhecidas que afetam a longevidade, de que são exemplo os comportamentos saudáveis, as relações estáveis e as redes sociais mais profundas.

Uma nota para os pais, que na sua grande maioria passam a vida a instigar os seus filhos a desejarem as estrelas, a escolherem as escolas mais prestigiadas e a sonharem com carreiras de alta potência, isso poderá não os favorecer a longo prazo. Quantas histórias bem ilustrativas se conhecem, que tiveram um final trágico, pois os jovens não aguentaram a pressão das próprias famílias, dos amigos e da própria sociedade, acabando em depressões profundas e desintegrações familiares.

Portanto, se o seu maior desejo para os seus filhos é que eles tenham vidas felizes e saudáveis, poderá não querer exagerar a importância do sucesso profissional. Existem limites para o que as nossas ambições nos podem trazer; ou aos filhos.

publicado por franciscofonseca às 20:44
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25
Abr 12

O golpe de Estado do 25 de Abril de 1974, também conhecido como "Revolução dos Cravos", mudou completamente Portugal, pois libertou o país de uma ditadura que durava há mais de 40 anos! Por isso mesmo, esta data assumiu uma enorme importância para os portugueses.

A Revolução do 25 de Abril trouxe de volta a liberdade de opinião e de expressão. Tornou-se possível constituir partidos e associações e realizar eleições livres. Com a "Revolução dos Cravos" terminou a guerra colonial e os cidadãos passaram a ver garantidos os seus direitos económicos, jurídicos e sociais.

Mas a história de Portugal tem sido escrita na austeridade, que após a revolução fugiu à sua natureza durante 35 anos para exprimentar os valores do capitalismo. Esta receita tentadora, sobretudo para um país austero levou os sucessivos governos a gastar com vigor, pedindo emprestado o que proventura faltasse nos cofres do Estado para pagar os gastos. A poupança do estado desaparceu, a dos particulares também e os bancos fizeram a festa.

Nesse momento a forma de governo democrática, consolidada historicamente, está numa encruzilhada total. Os governos e governantes necessitam de encontrar caminhos para manter sua soberania. As agências financeiras supranacionais aumentam ou diminuem as avaliações financeiras dos países causando instabilidades políticas e econômicas. A sociedade civil não aceita as intervenções dos governos, reivindicando direitos e organizando formas de combate às políticas de austeridade. O que há de errado numa sociedade em que tudo está à venda?

A globalização trouxe novos desafios que até ao momento ainda não tiveram resposta. A Democracia necessita de um debate profundo, em especial relativamente aos novos contornos em que ela tem vindo a ganhar, não apenas em termos de processo político, mas também pelos efeitos contraditórios e constrangedores que a austeridade gera. Por outro lado é importante avaliar os resultados que se têm delineado, sobretudo, em relação as aspirações e perspetivas de futuro dos Estados, das suas populações e das gerações futuras. Viva o espírito de Abril. Abril Sempre.

publicado por franciscofonseca às 12:02
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