Blog de crítica e opiniões sobre as políticas que afetam negativamente a humanidade. O Homem na atualidade necessita urgentemente de arrepiar caminho, em busca de um novo Mundo!

05
Fev 12

A China é um dos principais atores no palco dos grandes negócios mundiais. O ano do Dragão é associado à riqueza e ao poder. As maiores empresas portuguesas esperam ser abençoadas nos negócios e que os lucros se multipliquem com a força do Dragão. Os chineses têm uma forma diferente de fazer as coisas, completamente diferente da cultura ocidental. Em muitos casos as empresas são geridas por pessoas com passados e relacionamentos politicamente fortes a alguém no governo.

A orgulhosa China continua a não querer seguir os passos das multinacionais estrangeiras e a defender a sua forma de fazer as coisas. A força de trabalho e o sentimento muito enraizado nos executivos chineses, de que a história do seu país é única e, por isso mesmo, impermeável aos valores ocidentais. Um desses valores tem como base uma cultura coletivista, em oposição ao individualismo, que caracteriza as sociedades ocidentais.

Se olharmos para os Estados Unidos, mas também na Europa, a luta por uma carreira de sucesso e a subida na escada hierárquica constituem os objetivos mais comuns para a maioria das pessoas. O que conta é a ascensão, não importando quem é que fica para trás. Em contra ponto, o relacionamento existente entre patrão e empregados, e entre este e os parceiros de negócio, tem como base a confiança, a harmonia e um profundo conhecimento dos valores morais defendidos pelos chineses.

Os valores profundamente enraizados de respeito pela hierarquia, pela orientação de grupo, pelos mais velhos e pela tradição, provenientes do complexo sistema social e político baseado na ética confucionista que elege ainda a piedade filial, o parentesco, a lealdade e a justiça como valores supremos. A estrutura social é extremamente formal e hierárquica. Todos sabem qual o seu lugar e que regras deverão ser cumpridas.

A humildade é uma das mais reverenciadas virtudes na China. Ao contrário do Ocidente, os feitos empresariais ou pessoais são relegados para segundo plano, ao passo que os executivos ocidentais são conhecidos por evidenciarem os seus êxitos. Numa altura em que o domínio chinês parece estar na ordem do dia, fazer um esforço para seguir regras culturais básicas poderá ajudar, em muito, o futuro das parcerias de negócios.

publicado por franciscofonseca às 15:39
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