Blog de crítica e opiniões sobre as políticas que afetam negativamente a humanidade. O Homem na atualidade necessita urgentemente de arrepiar caminho, em busca de um novo Mundo!

12
Nov 16

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Nos últimos meses, dois assuntos internacionais prenderam a minha atenção. A eleição do novo secretário das Nações Unidas e a eleição do novo presidente dos Estados Unidos da América. Muitos foram os comentários que fui lendo, dos mais variados quadrantes, quer nacionais, quer internacionais. Pensadores muito reconhecidos, comentadores ilustres, figuras com grande experiência em relações internacionais, enfim, quer António Guterres, quer Donald Trump não figuravam nas apostas principais.

Mas a realidade mostrou o contrário e ambos foram eleitos. Será que a realidade do Mundo em que vivemos se tornou impercetível para todo este colégio de sábios? Se assim for são boas notícias. O sinal é muito positivo pois os velhos ditames e matriz de análise associada serão ultrapassados. A probabilidade de acerto no futuro aumentará consideravelmente!

publicado por franciscofonseca às 13:24

21
Dez 15

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Que chatice, vamos ter de pagar o roubo feito no BANIF. Nada de anormal, ainda estamos a pagar o BPN, BPP e o BES, que diferença faz mais um, o Zé aguenta, tem de aguentar! Não lhe resta outro remédio. Muitos dirão,  isto é o reflexo da debilidade do sistema bancário português, outros que se trata de uma cambada de criminosos e outros ainda que foi culpa da gestão incompetente danosa.

Já escrevi algumas vezes neste blog que vivemos tempos do primado financeiro sobre a economia, a sociedade e os povos. Os governos, as instituições estão sequestradas pelos senhores do poder absoluto, os banqueiros que continuam a roubar o Zé sem quaisquer escrúpulos, não olhando aos meios, para alcançar os fins.

Nem vou falar das entidades reguladoras, Banco de Portugal, BCE, CMVM, entre outros, porque estes pertencem todos a família do poder absoluto. Daqui nunca vamos ficar a saber para onde foram os milhões, que aumentaram a canga do Zé.

O meu Portugal fica cada dia mais pobre e a canga do Zé cada vez mais pesada. Miserável miséria onde 20% dos Zés são pobres ou em risco de extrema pobreza. Bem, mas do mal o menos, o Banif já foi vendido, a fatura já foi passada e a conta do Zé creditada. Com mais debates e opiniões tudo fica resolvido.

Então o que fazer para acabar com este estado de coisas. Deixo algumas reflexões. Primeiro, os Zés têm de ficar mais atentos e desconfiados. Segundo, os vampiros e as sanguessugas que continuam a ser rotulados de grandes gestores, que promiscuamente influenciam e se misturam com os representantes das instituições têm de ser varridos borda fora, custe o que custar. Por último, acabar com esta ingenuidade reinante e por termo a este triste fado.

publicado por franciscofonseca às 15:24

06
Dez 15

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As políticas económicas de austeridade impostas na Europa, a partir de Berlin, com o consentimento de Paris, Londres e Bruxelas, ao longo dos últimos anos aumentaram exponencialmente as desigualdades sociais dentro destes mesmos países, assim como, em todos os outros países do espaço da União Europeia.

Esta realidade é perfeitamente identificada nos 64 bairros franceses altamente problemáticos, repartidos por 38 cidades, desenhando uma mancha que mistura exclusão e violência. A esmagadora maioria dos seus residentes é de origem estrangeira e uma proporção significativa das famílias são muçulmanas. A periferia de Paris forma uma constelação de aglomerados de alto risco, uma espécie de "apartheid territorial, social, étnico e religioso" que forma um garrote pronto a asfixiar a capital.

Bem sei que o desejo natural da maioria das pessoas é ter uma vida normal. As falhas na integração das populações estrangeiras e as desigualdades sociais, mesmo a marginalização racial e cultural, não são, nem só por si nem necessariamente, autoestradas para a violência e para o terrorismo.

Analisando a situação como uma certa prudência, em França e noutros países europeus, seria um erro ligar, imigração, etnicidade, pobreza, dificuldades de integração social, religião, discriminação, com focos de criminalidade ou de terrorismo.

Mas por outro lado, não podemos deixar de constatar, que é nestes espaços onde a maioria dos jovens encontrou terreno fértil para iniciar os processos e radicalização. Os últimos acontecimentos confirmaram que os terroristas dos atentados de Paris e os suspeitos de planearem mais ataques são originários ou são procurados em Paris e em Bruxelas nestes bairros.

O terrorismo que assola a Europa é uma extensão religiosa a partir do fundamentalismo islâmico. Osama bin Laden, por exemplo, não era um desprovido, mas herdeiro de uma família saudita rica. Também não era um guerrilheiro de esquerda, um altruísta que dedicou sua vida a defender as massas desprovidas, nem extremista de direita. Era um radical ideológico cuja bandeira única era a reprodução de conceitos fundamentalistas e a realização de atos de terrorismo. É impossível analisar, elencar as causas, combater as raízes deste fenômeno ignorando as características regionais, onde o Estado Islâmico, a Al Qaeda e outros grupos terroristas estão sediados.

O estado da arte demostra os perigos a que está exposta a humanidade numa ordem mundial marcada pela violação sistemática do direito internacional, o militarismo, o intervencionismo, a guerra como meio de política externa e o desrespeito à soberania nacional.

Na minha modesta opinião, a luta contra o terorismo não está nas mãos dos Estados e governos cujas políticas apenas têm gerado instabilidade e crises. Bem pelo contrário, exige a mobilização dos povos, das forças amantes da paz e da democracia, de todos os que lutam por uma sociedade livre da ingerência imperialista e por soluções justas para os conflitos internacionais. Esta luta tem de partir em primeiro lugar dos principais países mulçumanos, como a Arábia saudita, o Qatar, Kuwait, Emirados Arabes Unidos, entre outros.

Os casos das intervenções militares no Iraque, Afeganistão e Líbia sempre escudadas na lutra contra o terorismo, apenas produziram caos, estados falhados e deixaram terrenos férteis para os grupos extremistas. A intervenção que se prepara na Síria não fugirá a regra e para além do caos que produzirá será ao mesmo tempo um novo Vietnam, para as reclamadas botas que pizarem o terreno.

publicado por franciscofonseca às 21:44

06
Set 15

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Quando surgem as crises, as divisões ficam mais aparentes. Foi o que se viu nos últimos dias no seio da União Europeia relatimavente aos refugiados. Quando as economias velejavam por mares menos revoltos, os governos europeus incentivavam o consumo exacerbado pela população desses países por meio da concessão de crédito fácil. A mão de obra estrangeira era também muito bem-vinda, na maioria desses países.

As políticas no tempo de crise foram no sentido de tirar o doce da boca de todos, nacionais e estrangeiros. No caso da população nativa, o corte de orçamentos de programas sociais; no caso dos estrangeiros, com medidas restritivas para evitar que cheguem ou “estimular” que saiam.

Uma Europa com um sistema que exclui tanto os seus como os de fora nunca pode dar certo. A prova disso está no grito dos excluídos pelas ruas do velho mundo que, muito provavelmente, vamos continuar a acompanhar por muito tempo.

A crise dos refugiados já começou há muito tempo, onde a Europa tem muitas responsabilidades, mas só agora chegou ao centro da Europa. Enquanto afetava somente países como Itália, Espanha e Grécia, a União Europeia assobiou para o lado. Temo que a velha Europa esteja no fim dos tempos, tal como a conhecemos.

Sou da opinião que o continente europeu deve estender os braços de forma a aliviar esta crise humanitária. Mas devemos ter muito cuidado, pois estas rotas poderão também servir de portas à ameaça terrorista. Não tenho dúvidas que os grupos terroristas extremistas, a operar ao largo da costa mediterrânica, vão aproveitar estas rotas para introduzir operacionais no seio do continente europeu.

Como a Europa não tem uma política de segurança séria de partilha de informação, prevejo que alguns países sejam surpreendidos por ataques terroristas. Será esta discussão entre a ajuda humanitária e o terror que porá fim ao projeto europeu. A Europa mais uma vez não estudou o seu passado e assim sendo, não consegue definir o seu futuro. “Estuda o passado se queres definir o futuro” (Confúcio, 500 a.C.).

publicado por franciscofonseca às 21:12

19
Abr 15

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Vivemos tempos conturbados, em que a incerteza se apodera das nossas vidas, as assimetrias sociais se acentuam, os valores que dão dignidade às pessoas estão cada vez mais ausentes da nossa sociedade e como se já não bastasse, assistimos à globalização da indiferença, que está a colocar a nossa civilização na rota dos desastres paradoxais, trágicos, desumanos pela ausência de padrões éticos e morais na governance mundial.

Nos finais do século passado e no início deste, assistimos a um pensamento único, que tem como foco o mercado, como principal regulador das relações sociais, resultando daí um enorme embuste que culmina na ideia que vivemos tempos de paz mundial entre as nações, devido à globalização económica e à cooperação reciproca nas relações internacionais. Daqui resulta, na minha opinião, outro enorme equívoco, ou seja, a ideia de que se vive uma época de estabilidade política e democrática.

Basta estar mais atento às notícias e verificamos que todos os dias centenas de pessoas perdem a vida, em resultado de ataques terroristas, de conflitos regionais, em rotas de imigração ilegal ou até mesmo devido ao abandono social, que a cada dia que passa engrossa as suas fileiras.

A situação agrava-se devido aos países estarem reféns com as suas dívidas externas, sem terem recursos suficientes. Os esforços para arrecadar receitas, através do incremento dos impostos, das privatizações e do aumento das exportações, não podem funcionar enquanto o custo for a precarização do mercado laboral. Daqui resulta mais desemprego e exclusão social, pois os Estados deixam de ter condições para investir na dimensão social.

O avanço da globalização económica esvazia os Estados e promove a degradação das condições de vida de grande parte da população, pois o lucro gerado neste tipo de economias apenas fica concentrado nos mais poderosos, sem que haja produção e distribuição de riquezas geradas pela mão-de-obra precária. O desenvolvimento de um país só é possível quando existe um processo ativo de canalização de forças sociais latentes ou dispersas, capazes de gerar energias de forma convergente, em prol de um processo social e cultural, e secundariamente, económico.

publicado por franciscofonseca às 19:04
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15
Nov 14

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Ser caluniado dói, magoa, fere a alma, destrói a nossa autoestima, traz indignação, revolta e até mesmo vontade de desistir. A vontade de passar informações faz parte do homem, é a comunicação, é uma ação humana natural e normal, mas na maioria das vezes esquecemo-nos do outro e não medimos as consequências das nossas palavras.

Quando alguém não controla a cobiça, o resultado é a inveja, que desperta o instinto animal de prejudicar o próximo pela difamação. O vaidoso que é infestado pelo orgulho e pela arrogância, é muito propenso a usar a intriga. O egoísmo é o resultado da maldade, da indiferença para com o próximo e, portanto, pela falta de escrúpulos pode-se criar as mais gigantescas mentiras com a idéia de prejudicar o seu semelhante.

O caluniador é uma pessoa que está sempre em conflito consigo mesmo. Quem está de bem com a vida não tem sequer vontade de caluniar, quer apreciar as coisas boas da vida. Assim, no caso da intriga esquecemos as qualidades boas das pessoas e exaltamos as más.

Ditados populares como "onde há fumo há fogo", em verdade são armas utilizadas pelos caluniadores. O correto é: "onde há fumo há um caluniador". Para bom entendedor, quem está sendo exposto não é o caluniado, mas sim o caluniador: revela-se e desvenda um interior em permanente conflito.

A calúnia mostra o forte instinto maldoso de usurpação da dignidade do outro pelo engodo e o embuste. Contudo, mesmo que a calúnia possa enegrecer a reputação, não pode nunca manchar o caráter. Scheakespeare escreveu: "Mesmo que sejas tão puro quanto a neve, não escaparás à calúnia". No meu caso sou mais parecido com o açucar amarelo.

publicado por franciscofonseca às 15:25
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26
Out 14

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Os princípios orientadores da gestão moderna nasceram no século XIX e já não respondem as necessidades nem de quem lidera, nem de quem é liderado. Os modelos de gestão ainda são baseados no controlo, na disciplina, na eficiência e eficácia, no seio de organizações ainda muito rígidas, pouco dadas à inovação e desinspiradas para a mudança, devido ao controlo hierárquico obsoleto, principalmente nas organizações sob a alçada do Estado.

Por outro lado, se fizermos uma caraterização do mundo laboral verificamos que cerca de 85% dos trabalhadores não gostam do trabalho que fazem, não se sentem envolvidos, nem comprometidos nos seus postos de trabalho. Estamos a falar de uma realidade, que resulta em grande parte, dos princípios gestionários vigentes, nomeadamente em organizações estatais.

Se não vejamos, a grande maioria das organizações ainda vivem em quatro paredes, onde os seus trabalhadores desenvolvem as suas ações, perante uma supervisão hierárquica que os avalia, mediante critérios de avaliação de desempenho, onde o sucesso se mede pelo número de promoções conseguidas. Esta atmosfera de obediência institucional é baseada no conceito de comando e controlo, que ainda reina na gestão dos tempos modernos, mas que tendencialmente dará lugar a novos paradigmas, quer para quem lidera, quer para quem é liderado.

No mundo laboral de hoje, cada vez mais o nível de mobilidade aumenta, os trabalhadores procuram um trabalho, no qual possam por as suas qualidades empreendedoras em prática e onde a sua liberdade e felicidade sejam cada vez maiores.

O grande desafio que temos de enfrentar, num mundo sem fronteiras, passa por uma rutura com os princípios de gestão do passado, donde as organizações e os líderes do presente têm de projetar novos conceitos de trabalho, com elevada incorporação tecnológica e que sejam ignidores e inspiradores, para que a força humana seja imaginativa, tome a iniciativa e sinta paixão pelo que faz, de uma forma permanente.

publicado por franciscofonseca às 12:09

12
Out 14

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O misterioso líder do Estado Islâmico (EI), Abu Bakr al-Bagdadi, designado "califa de todos os muçulmanos" no dia 29 de junho, distancia-se cada vez mais da Al-Qaeda e pode, em breve, tornar-se o jihadista mais influente do mundo. Ninguém quer que uma organização terrorista tenha um território, controle poços de petróleo e tenha armas pesadas.

Desde a retirada das tropas americanas estamos a olhar para o colapso do Iraque enquanto Estado. E a assistir à emergência de um Sul xiita, próximo do Irão; de uma entidade curda independente a norte; e de uma zona sunita, no meio, fora de controlo.

O objetivo é claro em termos internacionais, destruir o EI através de uma estratégia abrangente e sustentável de contraterrorismo, mas em minha opinião esta estratégia apenas visa conter em parte o Estado Islâmico. Este tem um território que domina, relativamente vasto e em crescimento, que tem mostrado capacidades assinaláveis em termos de progredir nos seus objetivos e temos uma chamada coligação mundial que não tem sido capaz de conter os seus avanços.

Há problemas que não têm solução. Este pode ser um deles. O outro dilema da Europa e do mundo ocidental é que devíamos receber mais refugiados sírios e curdos. Isto é impopular. Seriam bons cidadãos, mas se os abandonarmos em campos de refugiados estaremos a criar terroristas.

Em Portugal vivemos num clima de tranquilidade, com a comunidade islâmica bastante pacífica. Mas é evidente que estamos a falar do presente, mas temos que pensar no futuro: no futuro, podem acontecer situações que agravem o risco, que, neste momento, não é elevado no nosso país.

O Estado Islâmico refunda-se em identidades político-religiosas radicais que constituem um desafio às normas e valores ocidentais como o fundamento de um sistema global. Estamos perante uma nova geração de terroristas tendo em vista o atacar aqueles opostos ao califado, dentro ou fora do Mundo Muçulmano, onde o recrutamento de terroristas nunca foi tão evidente e claro como o que está acontecer presentemente, pois chegam todos os dias jovens de todo o mundo, para engrossar as fileiras de operacionais, nos campos de treinos do Estado Islâmico.

O Mundo Ocidental tem de rever urgentemente a sua política de atuação contra o EI, nomeadamente, no que diz respeito às alianças com países de grupos armados, a projeção de tropas no terreno e a recolha de informações.

publicado por franciscofonseca às 21:53
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06
Set 14

O mundo denominado desenvolvido, humanizado, assiste pávido e sereno, com uma surdez hipócrita ao genocídio de cristãos, no berço do cristianismo. No Iraque, no tempo de Sadam existiam 4 milhões de cristãos, hoje são cerca de 300 mil e com tendência para a extinção. São estes cristãos que ainda preservam a língua que cristo falava, o aramaico.

Os sistemas políticos ocidentais são perfeitamente ignorantes relativamente ao médio oriente. A intervenção militar no Iraque deixou um país com as instituições completamente destruídas, vazios de poder e incrementou os radicalismos extremistas. Hoje temos um país controlado por terroristas jihadistas, que aderiram ao Estado Islâmico, de matriz iIslamofascista, que espalham o terror com práticas medievais.

O chefe do Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, do mesmo nome do sucessor do profeta Maomé quer restaurar o califado, com um mapa ambicioso dentro de cinco anos, conquistando todo o territótio do Iraque, Síria, Jordania, Israel, Palestina, norte de África, os Balcãs até à Áustria e Espanha e Portugal.

O Qatar e a Arábia Saudita estão a financiar o Estado Islâmico, no sentido de espalhar este jihadismo salafista por toda a região. A Europa muito em breve sofrerá as consequências deste radicalismo, que não aceita mais nenhuma religião. As fileiras do Estado Islâmico contam com 50 mil combatentes que se converteram ao islamismo, provenientes na sua esmagadora maioria da Europa e dos Estados Unidos. São jovens sem identidade, sem pertença grupal, desenraizados dos valores ocidentais, que procuram acima de tudo obter reconhecimento e uma identidade.

A aliança agora constituída por 10 países pertencentes à NATO, com a intenção de acabar com o Estado Islâmico e por um fim ao genocídio de cristãos no Iraque e às decapitações de jornalistas, na minha opinião, não passa apenas de uma estratégia de maquilhagem, para tranquilizar os espíritos mais sobressaltados. É necessário colocar milhares de botas no terreno para poder desalojar estes extremistas e não vejo nenhuma coligação, nem nenhum país com capacidade para levar a cabo uma intervenção militar desta natureza.

Estamos a beira de presenciar mais um paradoxo protagonizado pelos Estados Unidos, com as alianças que estão prestes a acontecer com o Irão e a Síria, ou seja, uma aliança entre três inimigos eternos. Mas como os EUA têm cometido erros estratégicos sucessivos nestes territórios, será de prever que aconteça mais um erro colossal, que marcará, porventura, a história da humanidade. Já agora espero que não se esqueçam de se coligar também com a Rússia, de forma a tornar o passo mais curto para o caos global.

publicado por franciscofonseca às 16:11
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31
Ago 14

A todos os leitores deste blog as minhas desculpas por esta ausência, mas tenho andado com os neurónios adormecidos. O post de hoje é dedicado ao mudar de página. Os nossos insucessos e os obstáculos que experimentamos nas nossas vidas, para a grande maioria das pessoas são problemas terríveis, mas devemos encara-los como novas oportunidades.

Não era espectável que nos dias de hoje vivêssemos numa sociedade com tantos problemas e desequilíbrios, que geram tanta incerteza e induzem um sentimento negativo na vivência da esmagadora maioria das pessoas. Os portugueses têm sido de um estoicismo fantástico. Chegou a hora de mudar as páginas e preparar o futuro transformando o negativo em positivo.

Somos um povo com qualidades inigualáveis demostradas dentro e além-fronteiras. A empatia é sem dúvida uma delas, sendo crucial para o sucesso pessoal e global, como também o são o saber fracassar, o valor da vulnerabilidade, a ambição e a cultura organizacional onde nos inserimos.

Depois desta grande tragédia financeira e social que estamos a experimentar, temos de nos recompor e renascer com uma força adicional. A este comportamento chama-se resiliência, sendo a resposta ideal a qualquer tipo de adversidade. É assim que temos de responder a opção dos governos pela hegemonia da economia sobre as pessoas e ao crescimento económico sem limites à custa da dignidade humana. A economia tem pois que estar ao serviço das pessoas e não estas ao seu serviço. Este tem de ser o novo paradigma da renovada sociedade.

publicado por franciscofonseca às 12:23
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