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A tendência está demonstrada cientificamente, todos nós mentimos ou criamos fantasias de qualquer forma, mas os homens e mulheres de negócios mentem mais que a maioria das pessoas. A desonestidade tem natureza paradoxal, isto é, mentimos para nos beneficiarmos e, ainda assim, mantemos uma imagem positiva de nós mesmos. Acabamos por achar que algumas mentiras são inofensivas e em certos casos necessárias.

Grande parte das pessoas tem propensão para mentir porque, apesar de quererem aparentar serem honestas, gostam de tirar partido das pequenas vantagens que advêm das mentiras que normalmente ressaltam qualidades, por forma a encobrirem defeitos.

Os Valores de uma sociedade são determinantes na nossa maneira de pensar, e daí no agir e no obter de resultados. Sem mudar as nossas crenças não vamos ter outros resultados. Quem apregoa o contrário sofre de insanidade e precisa de ajuda médica especializada, a patologia da mentira resulta das crenças e dos valores com que somos educados.

Mas hoje vivemos num mundo digital, mais cedo ou mais tarde, a verdade vem à tona, seja devido as redes sociais, seja por causa dos smartphones, seja ainda devido ao Google, apagar os vestígios de uma mentira torna-se cada vez mais difícil. Muitas têm sido as figuras de relevo a nível mundial, que tem sido apanhas em mentiras devido à internet.

As empresas tendem a criar códigos de honra, adotar mais mecanismos de supervisão, incentivos adequados e penalizações corretas, mas o paradoxo mantem-se, ou seja, muitas vezes para inovar é preciso quebrar regras e isso pode ser visto como uma fraude. Em conclusão, podemos dizer que na era do conhecimento e da inovação, a mentira e as artimanhas provavelmente continuarão a existir e a perdurar, nomeadamente nos cargos de alta gerência.

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publicado às 16:42



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