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As crises fazem parte das nossas vidas e não podemos ficar assustados, nem demasiadamente ansiosos. Esta crise por que estamos a passar ficou-se a dever, sobretudo, a lideranças negligentes, ignorantes e baseadas na mentira. Os problemas políticos, sociais e económicos são causados pelo homem, devido a sua natureza bipolar, dual, ou seja, apta para o bem e para o mal.

Por outro lado, o Mundo Ocidental é impaciente, as respostas aos problemas são normalmente apressadas, muitas vezes contraditórias e geralmente insuficientes. Einstein dizia que "tudo deve ser feito da forma mais simples possível, mas não mais simples que isso”. Desta forma, os problemas são constantemente adiados, os políticos adiam para quem vem a seguir, as pessoas adiam, pois acreditam que a situação pode melhorar.

A maioria dos líderes revêem-se na posição, mas estão redondamente enganados, a liderança é um processo de cooperação e não de individualismo. Os líderes portugueses têm medo de delegar e partilhar o poder, assim, perdem-se elevadíssimos recursos, meios e talentos. É urgente banir das lideranças os individualismos egoístas e utilitaristas. Em grande parte, esta lógica de lideranças contribuiu para a crise, a todos os níveis.

O tempo de adversidades torna as pessoas mais fortes, aguça as suas competências. Chegou a hora de Portugal se livrar do seu estatismo avassalador, das lideranças individualistas, de pensarmos na nossa autoprotecção e fazer-nos valer de nos próprios. Temos de perder um pouco o espírito de coitadinhos e criar uma liberdade partilhada e responsável. Só desta forma voltaramos a ter esperança no futuro.

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publicado às 20:19


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