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Nova fase da escravatura moderna do século XXI

por franciscofonseca, em 01.05.12

Neste dia, de luta, quero prestar a minha homenagem a todos os trabalhadores do mundo inteiro. Mas quero, acima de tudo, solidarizar-me com os 200 milhões de desempregados, por esse mundo fora, que sofrem angustiados, que são desrespeitados, humilhados na sua condição humana, sendo a incerteza a única garantia de futuro. As notícias não são animadoras, manifestações acontecem por toda a parte. Estamos numa era de grande convulsão social, em que é necessário rasgar horizontes, na busca de novos paradigmas de vivência em sociedade.

Mas a ganância dos predadores, contínua e com a feroz competitividade económica, os produtos finais têm de chegar aos consumidores aos melhores preços, com os mais baixos custos de produção. Em plano século XXI, neste mundo chamado de desenvolvido, continuam a existir milhões de seres humanos, que são escravizados pelas grandes multinacionais, pois só dessa forma se consegue uma produção a baixo custo e produtos a preços competitivos de mercado.

A teia geoestratégica de interesses económicos das grandes potências está fortemente implementada e estruturada, e não permite qualquer reajustamento dos mercados financeiros. A regra de ouro passa pela maximização dos lucros, custe a quem custar e seja a custa de quem for, não existem complacências. Hoje o poder destes abutres corrói e silencia tudo e todos.

O momento particularmente difícil, em que a crueza da situação em que vivemos na sociedade de mercado e a perspetiva de uma mais que certa deterioração da situação suscitam sentimentos de pessimismo, desânimo e desesperança. É chegado o tempo de fazer das fraquezas forças e das dificuldades oportunidades, no sentido de construirmos uma sociedade mais equilibrada e com novos valores morais e éticos, custe o que custar e a quem custar.

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publicado às 14:44

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