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Como economizar milhões de euros

por franciscofonseca, em 18.01.11

A gestão é sempre um exercício inteligente de congregação de forças e equilíbrios, tendentes a obter o máximo de resultados, com o mínimo dispêndio de recursos. Já Peter Druker dizia que “o propósito de construir o futuro não é decidir o que deve ser feito amanhã, mas o que deve ser feito hoje, para que haja um amanhã”.

Assim, no caso português, algumas medidas poderiam ser tomadas, no sentido de economizar, já hoje, milhões de euros, aumentar a produtividade e os resultados, da gestão pública do amanhã.

De uma forma geral, começando pelo topo, reduzir gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos, carros, motoristas, dos políticos em geral. Isto deveria ser replicado no poder local, nas administrações centrais e regionais, nas forças e serviços de segurança e nas empresas estatais.

Seguidamente, extinguir centenas de institutos públicos, fundações públicas e empresas municipais, que servem unicamente para dar emprego aos boys dos partidos. Proceder à redução das câmaras municipais, das juntas de freguesia. Adoptar o regime de exclusividade para quem cuida do bem público.

Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, estudos, que são caríssimos. Por termo a cultura dos lugares para os amigos, através do tráfico de influências. Cortar com os ordenados de milionários dos gestores de empresas privadas, e por último, fazer um controlo apertado à actividade bancária.

Muitas mais haveria, mas se estas escolhas e decisões fossem tomadas hoje, tendo em conta a crise que atravessamos, a capacidade de regeneração de valor social e económico, levariam a um processo transformacional, em direcção a construção de um futuro sustentável. O grande problema é que não temos políticos na nossa praça, capazes de implementar tais medidas. Este é o nosso verdadeiro défice.

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publicado às 17:06


4 comentários

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De franciscofonseca a 11.04.2011 às 20:29

Obrigado pelo seu comentário. Mas eu acho que há maças, que não dão mesmo para secar, nem para comer, deviam era ser mesmo incineradas e aí sim, se pouparia muito...

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