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O Mundo ainda não compreendeu, os desafios que terá de enfrentar com a mudança deste paradigma. O fim da era do petróleo e o começo de uma nova, reveste-se de grande complexidade e ninguém sabe, ao certo, quanto tempo vai demorar. Os líderes mundiais não estão muito interessados na procura de alternativas, pois a dependência dos seus governos, das suas economias, dos ganhos astronómicos, provenientes do negócio do petróleo, continuam a ditar as leis.

A sociedade baseada numa economia, refém do petróleo enfrenta elevados riscos, como os que estamos a presenciar presentemente. O colapso dos governos do Médio Oriente está a fazer disparar os preços, mas, este combustível de origem fóssil será cada vez mais escasso e mais dispendioso. Um segundo risco, tem a ver com o aumento da população mundial, pois o mundo está a alimentar-se, de forma cada vez mais intensiva. Os recursos necessários para produzir alimentos, como a água, os solos férteis, as condições climáticas e principalmente os energéticos, representam problemas cada vez maiores, para a sustentabilidade humanidade. A maior e devastadora ameaça será as guerras fratricidas que, se irão travar entre as maiores potências, pela luta das reservas existentes.

Na minha opinião, as sociedades actuais não estão devidamente sensibilizadas, nem dispostas a alterar o seu comportamento, relativamente ao consumo dos recursos energéticos, nomeadamente, as classes ocidentais médias altas que, rejeitam alterar o seu estilo de vida.

Nos países europeus, onde os combustíveis atingem preços mais elevados, devido principalmente aos impostos governamentais, os cidadãos estão mais receptivos à mudança. Por outro lado, nos Estados Unidos e outros países onde o petróleo é mais barato, a maioria dos cidadãos são mais relutantes, face à mudança de paradigma. As alternativas, ainda são pouco consistentes, mas terão que passar por opções de carbono zero e economicamente viáveis.

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publicado às 12:30



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