Blog de crítica e opiniões sobre as políticas que afetam negativamente a humanidade. O Homem na atualidade necessita urgentemente de arrepiar caminho, em busca de um novo Mundo!

03
Set 11

A chanceler Angela Merkel desabafa e primeiro-ministro Passos Coelho manietado. Este governo prometeu que ia reformar tudo, mas a única coisa que fez até agora foi subir impostos. É fácil cortar, difícil é cortar cirurgicamente, onde existem as chamadas gorduras localizadas, mas por vezes difíceis de cortar, por se encontrarem bem camufladas, pelos lóbis e grupos de interesse, que capturaram os ministérios. Há muito tempo que o governo anda a tentar cortar, mas corta onde pode e não onde deve.

Os lóbis a que me refiro são a banca, a construção civil, os médicos, os professores, os funcionários públicos e algumas câmaras do país, que minam e interrompem o ciclo da implementação das políticas públicas, em Portugal são raras as políticas que cumprem o seu ciclo.

Angela Merkel durante a recepção a Passos Coelho abriu uma frente de batalha entre Berlim e os países do sul, ao afirmar que "na Grécia, Espanha e Portugal não se devia poder reformar mais cedo do que na Alemanha" ou "não podemos ter uma moeda única onde uns têm muitas férias e outros poucas". Estas afirmações não deixam dúvidas quanto aos objectivos da Alemanha, a solidariedade cada vez mais necessária, nos tempos que correm está a esgotar-se.

A minha esperança já se esfumou, pois o governo não vai ter coragem para reduzir o número de Câmaras Municipais, juntas de freguesias, tudo vai continuar na mesma e mais uma oportunidade vai passar, sem que as grandes reformas estruturais, de que o Estado português necessita urgentemente sejam levadas a cabo. Sem isso não se consegue cortar na despesa do Estado.

A única coisa que o primeiro-ministro tirou da cartola é errada. Compreendo que seja necessário subir impostos, mas não vai resolver literalmente nada, porque quando aumentamos os impostos a despesa também aumenta. Estes impostos vão destruir as empresas e desestruturar as famílias, no final fica tudo pior, ou seja, não há empresa e não há impostos, porque a empresa desapareceu e as famílias portuguesas acabam por falir financeiramente.

publicado por franciscofonseca às 18:49
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