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Cuidado com o bullying nas crianças

por franciscofonseca, em 12.11.11

O bullying tem vindo a alastrar por todo o mundo, como um comportamento consciente, intencional, deliberado, hostil e repetido, de uma ou mais pessoas, cuja intenção passa por ferir outros, de várias formas e com comportamentos diferentes.

Resumidamente, o bullying é uma afirmação de poder através de agressão. Pode assumir várias formas, bullying escolar, abuso infantil, ataques de gangues, violência conjugal, assédio sexual no local de trabalho e abuso de idosos. Normalmente quem o pratica sente um direito de ferir ou controlar os outros; uma intolerência à diferença; e uma liberdade de excluir, isolar e segregar outros.

A prática pode ser ao nível físico, emocional e psicológico, racista e mais recentemente o cyber-bullying. Mas sem dúvida, que o mais praticado e mediático é o bullying escolar. As vítimas emitem sinais, que podem passar por ataques de fúria, irritabilidade latente, frustração sem razão aparente e explodem com facilidade.

Por vezes os sintomas podem revelar-se através de reações físicas, como dores de cabeça, de estomago, insónias ou vómitos. Noutros casos manifesta-se no rendimento escolar, chegam a faltar, as notas tendem a piorar e diminui a autoestima.

O alerta vermelho chega quando aparecem sinais de discussões e agressões entre irmãos, autoagressão, que pode passar pela bulimia, sendo nestes casos, o acompanhamento médico essencial.

Na minha opinião, a tolerância tem de ser zero. Muitas vezes não há castigos, apenas repreensões para os agressores e o bullying é um fenómeno que está a alastrar cada vez mais. As escolas têm de tomar medidas severas, os governos criar legislações apertadas, os pais andarem mais atentos, mas têm de atuar de imediato e não deixar passar situações que na sua maioria acabam na impunidade. É o pior sentimento e potenciador deste fenómeno.

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publicado às 12:01


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