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Portugal tem de soltar amarras e alargar as asas

por franciscofonseca, em 04.03.12

Portugal quando gozou de maior prosperidade económica foi quando rasgou horizontes, na escolha dos seus parceiros comerciais, como foram o caso da China, Brasil e da India. Hoje, Portugal depende em 80% das relações comerciais com países próximos, na sua maioria europeus, que funcionam como outlets para as nossas exportações. Chegou a altura de explorar novos contextos em termos de mercados.

As empresas portuguesas que operam além-fronteiras fazem-mo em mercados muito similares ao de Portugal. O sucesso está na diferenciação, ou seja, na procura de oportunidades diferenciadas que emergem fora das fronteiras nacionais, caso queiramos ser bem-sucedidos em outros mercados que não os tradicionais que, na maior parte dos casos, se situam na Europa.

O velho continente europeu enfrentará nas próximas décadas um declínio no que respeita ao PIB, sendo crucial que as empresas portuguesas que queiram crescer pensem em alargar as suas asas, para voos muito mais longos do que aqueles feitos até agora.

O maior volume de crescimento do PIB mundial, nas próximas décadas, será, segundo as estimativas, na Ásia, e em particular, na China e na Índia. Embora Portugal tenha relações de proximidade com o Brasil e os PALOP, o enfoque do tecido empresarial deverá passar por desenvolver as suas capacidades para lidarem com contextos significativamente diferentes daqueles a que estão habituados.

O processo de globalização que ainda está no início, vai possibilitar observar no futuro e, pela primeira vez na História recente, um padrão de trocas equilibradas, no qual ambas as partes contribuem para algo crucial ao bem-estar dos outros. A prova disso mesmo são as enormes complementaridades entre o que os mercados emergentes têm para oferecer e o que as economias desenvolvidas precisam, e vice-versa. São estas trocas que as empresas portuguesas têm de percecionar rapidamente, sem olhar à proximidade do parceiro comercial.

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publicado às 18:33


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