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Sinto-me muito mal caluniado

por franciscofonseca, em 15.11.14

calunia.jpg

 

Ser caluniado dói, magoa, fere a alma, destrói a nossa autoestima, traz indignação, revolta e até mesmo vontade de desistir. A vontade de passar informações faz parte do homem, é a comunicação, é uma ação humana natural e normal, mas na maioria das vezes esquecemo-nos do outro e não medimos as consequências das nossas palavras.

Quando alguém não controla a cobiça, o resultado é a inveja, que desperta o instinto animal de prejudicar o próximo pela difamação. O vaidoso que é infestado pelo orgulho e pela arrogância, é muito propenso a usar a intriga. O egoísmo é o resultado da maldade, da indiferença para com o próximo e, portanto, pela falta de escrúpulos pode-se criar as mais gigantescas mentiras com a idéia de prejudicar o seu semelhante.

O caluniador é uma pessoa que está sempre em conflito consigo mesmo. Quem está de bem com a vida não tem sequer vontade de caluniar, quer apreciar as coisas boas da vida. Assim, no caso da intriga esquecemos as qualidades boas das pessoas e exaltamos as más.

Ditados populares como "onde há fumo há fogo", em verdade são armas utilizadas pelos caluniadores. O correto é: "onde há fumo há um caluniador". Para bom entendedor, quem está sendo exposto não é o caluniado, mas sim o caluniador: revela-se e desvenda um interior em permanente conflito.

A calúnia mostra o forte instinto maldoso de usurpação da dignidade do outro pelo engodo e o embuste. Contudo, mesmo que a calúnia possa enegrecer a reputação, não pode nunca manchar o caráter. Scheakespeare escreveu: "Mesmo que sejas tão puro quanto a neve, não escaparás à calúnia". No meu caso sou mais parecido com o açucar amarelo.

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publicado às 15:25


1 comentário

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De Anónimo a 16.11.2014 às 20:49

Um "mandante" frente à revolução
Tem que saber calar
Um ditador que assiste a evolução
Tem que saber quando está a mais

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