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O medo é sem dúvida, o mais perturbador sentimento humano, pois inibe a ação. Nesta época em que nada é garantido, constantemente bombardeados pelas incertezas, que somos asfixiados por um Portugal abatido e sem esperança, e por uma Europa feita de encruzilhadas e equívocos, resta-nos encontrar algo, em nós mesmos, que nos faça reagir e vislumbrar as oportunidades, neste tempo de grandes dificuldades.

Muitos portugueses estão a perder o medo e a correr o risco de emigrar em massa para o Brasil, os números podem chegar aos 100 mil só em 2011. O Brasil é um gigante da América do Sul, com uma economia emergente, que necessita de muita mão-de-obra qualificada, nomeadamente engenheiros, arquitetos, informáticos.

Aqui no Brasil sente-se a economia a fervilhar, existe quase pleno emprego, as pessoas estão embebecidas numa forte cultura coletiva de esperança, a melhoria das condições de vida é notória e se a infraestrutura em falta for instalada rapidamente, o desenvolvimento nos próximos anos poderá ser exponencial.

Durante a última década, o progresso brasileiro tem inspirado o mundo. Milhões de pessoas foram retiradas da pobreza, o medo dá lugar à esperança. Acredito que a esperança não é apenas um valor sustentável, mas também a mais grandiosa estratégia que a humanidade já conheceu. É inspirador olhar o mundo como uma fonte de significado. Sem esperança não pode haver inovação ou prosperidade duráveis.

Devido à esperança endêmica, ao crescimento económico e à quantidade de empresas que florescem, o Brasil tem muito a ensinar às outras nações sobre como alcançar vantagem competitiva com sustentabilidade. Se as pessoas e as organizações forem influenciadas pelo império norte-americano, a mudar a sua forma de pensar, de como fazer as coisas, o Brasil corre o risco de vivenciar um ciclo de crises e nervosismo. Espero que as autoridades brasileiras não se deixem embriagar pelo sucesso e estejam atentas aos sinais e mantenham o país no trilho do desenvolvimento.

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publicado às 22:20


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