Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]


Saiba que o sucesso não é sinónimo de felicidade

por franciscofonseca, em 27.04.12

Muitas são as pessoas que associam o sucesso e a felicidade, mas estudos recentes comprovam que nem sempre estes dois objetivos andam lado a lado. A ambição tem, no máximo, apenas um efeito ligeiramente mais positivo na satisfação pessoal e um impacto negativo, igualmente ligeiro, no que respeita à longevidade.

Asssim, é possível afirmar que as pessoas ambiciosas realmente alcançam carreiras de sucesso, mas tal não se traduz em vidas mais felizes ou saudáveis. Normalmente, vivem vidas mais curtas, já os mais perguiçosos vivem durante mais tempo.

Não são conhecidas as razões para as taxas de mortalidade mais elevadas entre as pessoas ambiciosas, mas especula-se que tal se possa dever ao facto de os investimentos que estas pessoas fazem nas suas carreiras poderão ter custos em variáveis conhecidas que afetam a longevidade, de que são exemplo os comportamentos saudáveis, as relações estáveis e as redes sociais mais profundas.

Uma nota para os pais, que na sua grande maioria passam a vida a instigar os seus filhos a desejarem as estrelas, a escolherem as escolas mais prestigiadas e a sonharem com carreiras de alta potência, isso poderá não os favorecer a longo prazo. Quantas histórias bem ilustrativas se conhecem, que tiveram um final trágico, pois os jovens não aguentaram a pressão das próprias famílias, dos amigos e da própria sociedade, acabando em depressões profundas e desintegrações familiares.

Portanto, se o seu maior desejo para os seus filhos é que eles tenham vidas felizes e saudáveis, poderá não querer exagerar a importância do sucesso profissional. Existem limites para o que as nossas ambições nos podem trazer; ou aos filhos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 20:44

Portugal deve aprender com o fracasso e o insucesso

por franciscofonseca, em 22.05.11

Portugal está em pré insolvência nacional e a responsabilidade é de todos os intervenientes políticos portugueses, devido a sua incapacidade e incompetência para gerar as soluções, que o país reclama a muito tempo. Tenho dito isto muitas vezes. O problema é que a classe política não quer abdicar dos excessos vergonhosos, que goza e dos seus benefícios estabelecidos, sobretudo, nas redes de tráfico de influência instaladas e enraizadas, em torno da coisa pública. Existe uma concorrência desleal no nosso país.

A verborreia produzida na campanha eleitoral não tem qualquer interesse, a retórica está envolta em perversidades e mentiras, em vaidades suspeitas, que contrastam com um Portugal cheio de pobreza e desemprego. A miséria desceu as ruas a níveis inimagináveis, as expectativas dos mais velhos e dos mais jovens bateram no fundo.

O país necessita de partir alguns ovos para se conseguir fazer uma omeleta. Todos nós conhecemos muitos fracassos, mas pouco aprendemos com eles. É muito difícil aprender com os erros dos outros. O caminho é mais fácil, se for a mesma pessoa a falhar e tentar de novo. Deveríamos aprender muito mais com o insucesso do que com o sucesso, ou seja, na maioria das vezes é necessário passar pelo insucesso, para chegar ao sucesso. Devemos mesmo retirar melhores lições para a nossa vida, do insucesso do que do sucesso.

Podemos e devemos falhar, mas sempre em direcção ao futuro. Vivemos tempos que requerem muita coragem, de forma a lutar contra tudo e contra todos, a começar pelos partidos políticos, pelos interesses instalados, pelo tráfico de influências, pelos excessos auferidos por alguns barões deste país, rumo a um novo país onde os valores, a ética e a verdade imperem, para bem do nosso Portugal. Devemos obstar a que a insolvência programada, para o nosso país, não tenha lugar e através do trabalho, orgulho e capacidade colectiva sejamos capazes, de projectar um futuro melhor para os jovens. O país necessita de arrepiar consciências rumo ao sucesso através do insucesso, isto é, batemos no fundo, agora só nos resta olhar para cima e começar a caminhada, mas sem cometer os mesmos erros do passado e acreditar nas nossas capacidades e qualidades.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 21:42

Hoje este tema surgiu em conversa com a minha esposa. Falávamos de trabalho, objectivos e oportunidades. Todos temos objectivos ao longo da vida. Algumas vezes são alcançados, outras, porém, não são atingidos. Quem nunca se interrogou, até os mais brilhantes, de como acontecem os insucessos. Constitui factor fundamental a forma como estruturamos e delineamos o caminho do sucesso, para lá chegar. Assim, é fundamental sermos específicos, claros e precisos, quanto aos objectivos pretendidos.

Hoje, o tempo é factor fundamental nas nossas vidas, a velocidade quotidiana é impressionante, a maioria lamenta-se por não ter tempo. Não devemos deixar passar as oportunidades, por isso devemos estabelecer períodos semanais para planeamento e cumprimento dos nossos objectivos, caso contrário, as oportunidades fogem por entre os dedos. A verificação constante da nossa estratégia deve ser feita, em curtos períodos de tempo.

Nada se consegue sem esforço, a perseverança e a persistência são os aliados essenciais, assim como, o pensamento positivo e acreditar nas nossas capacidades. Muitas vezes pensamos que somos bons em determinada área, mas, apesar da inteligência e aptidões, a concentração deverá passar sempre por melhorar, em vez de pensarmos que somos bons. A força de vontade deve ser um compromisso constante, com os objectivos estipulados.

A nossa musculatura mental por vezes é frágil, devemos exercitar o autocontrolo, no sentido de aumentar a nossa força mental, para encarar novos desafios. Devemos reconhecer os nossos limites, caso contrário, podemos esgotar as energias. Mesmo os mais brilhantes e bem-sucedidos sabem que não devem colocar a fasquia demasiado alta, ainda mais, quando os objectivos já são difíceis. Algumas vezes atribuímos a culpa ao destino, olhamos mais para aquilo que somos, do que para aquilo que fazemos. Só quebrando esta rotina mental é que conseguimos entrar no caminho da inovação pessoal, ou seja, conseguir mais sucessos e deixar para trás os fracassos.

Autoria e outros dados (tags, etc)

publicado às 16:11


Mais sobre mim

foto do autor


Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.




Arquivo

  1. 2020
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2019
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2018
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2017
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2016
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2015
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2014
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2013
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2012
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2011
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2010
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D
  144. 2009
  145. J
  146. F
  147. M
  148. A
  149. M
  150. J
  151. J
  152. A
  153. S
  154. O
  155. N
  156. D
  157. 2008
  158. J
  159. F
  160. M
  161. A
  162. M
  163. J
  164. J
  165. A
  166. S
  167. O
  168. N
  169. D