Blog de crítica e opiniões sobre as políticas que afetam negativamente a humanidade. O Homem na atualidade necessita urgentemente de arrepiar caminho, em busca de um novo Mundo!

20
Ago 12

Segundo as autoridades espanholas, o Algarve passou a ser a principal porta de entrada de haxixe na Europa, após o reforço de vigilância em Espanha, que está a empurrar os traficantes de droga para a costa portuguesa, sem vigilância, estando operacional apenas um radar.

Por outro lado, os países africanos de colonização portuguesa estão a ser cada vez mais utilizados por traficantes de droga sul-americanos, entre eles brasileiros, como ponto de passagem para os mercados da Europa e da África do Sul. A rota da droga, proveniente de vários países da América do Sul, está em diversificação, utilizando agora a Guiné-Bissau e Cabo Verde para abastecer o mercado europeu, e Angola e Moçambique para fazer o narcotráfico chegar à África do Sul.

O corredor lusófono da droga, com importante conexão com o Brasil, tem na Guiné-Bissau um ambiente particularmente propício para os traficantes, devido a sua localização em relação à Europa e à América do Sul, a falta de policiamento e a suas ligações linguísticas com Brasil, Portugal e Cabo Verde.

Particularmente nas ligações aéreas e marítimas, Cabo Verde parece operar como uma escala entre três destinos: o fornecedor (Brasil), o mercado (Portugal e Europa) e o armazém (Guiné-Bissau). Com o rápido desenvolvimento do turismo e de relações com comunidades de imigrantes nos Estados Unidos, Cabo Verde também pode ser um local ideal para lavagem de dinheiro.

Os traficantes brasileiros preferem enviar a cocaína destinada à África do Sul para aeroportos pouco seguros, em Angola ou Moçambique, por meio de mulas (transportadores) africanas. As rotas tradicionais começam a estar muito vigiadas e as apreensões e detenções sucedem-se, cada vez com maior frequência. Os traficantes criam novas rotas onde a droga passa a circular com maior segurança, até chegar aos consumidores finais.

publicado por franciscofonseca às 19:27
sinto-me:

26
Dez 08

As polícias mundiais deparam-se todos os dias com novos modus operandi, por parte dos criminosos.

No caso Português a realidade é igual, mas a resposta as novas realidades é feita mais por carolice, do que verdadeiramente através de uma estratégia concertada.

Desde a última década do século XX, que se tem vindo a assistir a uma internacionalização crescente do tráfico em grande escala.

Para tal contribuiu o desenvolvimento dos meios de transporte, das telecomunicações, com destaque para o avanço tecnológico, verificado na transmissão de dados à distância e em tempo real.

O tráfico em grande escala relaciona-se sobretudo, com os crimes de tráfico de estupefacientes, tráfico de armas, tráfico de seres humanos, branqueamento de capitais e auxílio à imigração ilegal.

O século XXI está a confirmar a existência deste novo conceito, o qual, de resto, é hoje perfeitamente detectável no que toca, sobremaneira, aos crimes anteriormente referidos.

Portugal não foge a regra, e está a transformar-se num palco apetecível para o planeamento e execução destes crimes.

O cego é aquele que não vê, o surdo é aquele que não houve, no caso Português o facto de não se querer ver, nem ouvir, vai pagar-se, e são as futuras gerações que vão sofrer mais.

 

 

publicado por franciscofonseca às 18:40
sinto-me:

Agosto 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3

4
5
6
7
8
9
10

11
12
13
14
15
16
17

18
20
21
22
23
24

25
26
27
28
29
30
31


Google Analytics

mais sobre mim

ver perfil

seguir perfil

12 seguidores

pesquisar neste blog
 
TRANSLATE THIS BLOG
English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
blogs SAPO